Parece piada. A esquerda se beneficiou uma barbaridade com a lei da anistia. Basta ver a quantidade de ex-terroristas e simpatizantes que estão no poder hoje. Quantos militares exercem algum cargo de expressão? Além de estar fora do poder os militares (não milicos como chamou ontem Eliane Castanhêde, onde anda o manual de redação da folha? ) foram humilhados e destroçados pelos governos civis que vieram após Sarney. Por que excluo Sarney? Porque este deve seu mandato aos militares, mais especificamente ao Ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves.
O governo percebeu após as declarações do General Heleno e a reunião de hoje no Clube Militar que os militares ainda encontram uma guarida no seio da população brasileira; coisa que de certa forma invejam e temem. Pena que os militares não se aproveitam da própria credibilidade. Isso tudo depois de três décadas de campanha incessante da mídia contra as Forças Armadas.
Lula finge que não tem nada a ver com as declarações de Genro como se este fosse capaz de dar um passo sem sua autorização. Como um jogador de pôquer, blefou. O Exército pagou para ver e ele caiu fora. Típico.
Não há o menor sentido em reabrir a lei da anistia que possibilitou sair de um governo revolucionário sem derramamento de sangue, algo raro no mundo. Falta a corregedoria agir sobre um punhado de procuradores que ignoram solenemente a lei e processam um Coronel do Exército por crime que foi anistiado. Isso de fosse culpado por este crime.
O regime militar pertence ao estudo da história e não do direito. Deixou um legado muito mais positivo do que negativo, embora seja constantemente torpedeado por intelectuais e jornalistas de miolo mole. Não é fácil resistir a uma campanha desta magnitude pela imprensa, e mesmo assim a população brasileira confia nas suas forças armadas.
Para quem deseja a unanimidade, é difícil de aturar.