Gays no Exército

Foi um espetáculo deprimente. Primeiro uma entrevista na Época, depois uma aparição do conceituadíssimo programa Superpop; tudo na busca dos tais 15 minutos de fama. Os dois sargentos do exército promoveram uma lambança danada e fizeram uma coisa que não se deve, cuspiram no prato que comeram.

Diante da constituição de 1988 e do novo ordenamento jurídico do país o Exército tomou a única atitude que podia diante do homossexualismo na Força: fechou os olhos. Não perguntou para não ter que escutar a resposta.

Mas estes gloriosos militares não ficaram satisfeitos, quiseram também afrontar a instituição e seus códigos de valores. Um deles era, inclusive, um desertor. O mais ridículo das matérias foi a utilização da camiseta camuflada, quer dizer que nesta hora querem ser associados à instituição que tanto desprezam?

Além da deserção cometeram uma transgressão disciplinar ao concederem entrevistas sem autorização. Esta regra tem uma razão de ser, quando um militar aparece na imprensa ele perde sua identidade e passa a espelhar o próprio Exército.

O desertor foi preso, já havia ordem judicial neste sentido. Até os direitos humanos já apareceram para prestar sua assistência, as mesmas instituição que são incapazes de dar uma palavra de consolo para as famílias das vítimas dos traficantes no Rio de Janeiro, especialmente se forem policiais.

Claro que Temporão tinha que meter sua colher também. Veio defender a necessidade do estado realizar cirurgias de mudança de sexo para atender a uma “demanda da sociedade”. Ora ministro, vá combater mosquitos da dengue! Cuidar da saúde deve ser algo realmente muito chato já que só quer saber de aborto, eutanásia e agora, mudança de sexo. Lembro que quando foi indicado a imprensa se referiu a ele como médico sanitarista. Está mais como militante do politicamente correto.

Tem um pensamento do Arnaldo Jabour que representa bem o que está acontecendo:

Antigamente o homossexualismo era condenado no Brasil. Depois passou a ser tolerado. Agora é normal. Vou-me embora antes que seja obrigatório…

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