100 mil ONGs

O governo informou que existem na amazônia 100 mil ONGs agindo livremente e sem fiscalização. É bom lembrar que nenhuma delas paga impostos e ainda possuem uma série de benefícios como não precisar participar de licitações.

Algo está bem errado neste número. O vazio demográfico convive com esta concentração incrível de ONGs. Por que?

A ONG é uma verdadeira máfia moderna.

É preciso abrir este baú. Enquanto é tempo.

Pergunta: por que existem tantas ONGs chefiadas por esquerdistas?

Resposta: porque são os únicos que se preocupam com a “justiça social”1.

Notas de Rodapé:

1 Em novalíngua, refere-se a qualquer prática criminosa exercida por um socialista.

Cristovão e a Guerra do Paraguai, a da esquerda

Cristovão Buarque:

Não podemos simplesmente negar ao Paraguai o direito de pedir o reajuste. Nós não podemos esnobar o Paraguai. Até porque temos uma dívida com esse nosso país vizinho, já que há 138 anos matamos 300 mil de seus cidadãos [na Guerra do Paraguai]. Em proporção, seria como se matassem nove milhões de brasileiros.

Toda vez que alguém fala que o Cristovão Buarque era o melhor candidato em 2006, que infelizmente não tinha como vencer em um país que não se importa muito com educação eu penso aqui comigo, ainda bem. Porque este é um daqueles que simplesmente não me convence.

Primeiro porque é do PDT. Quem morou no Rio muito tempo, e é capaz de pensar um pouco, sabe o câncer que o partido foi para a cidade e o estado. É um partido que defende muitas das idéias mais retrógradas que existem por aí, estas que fracassaram no mundo inteiro.

Como ministro da educação foi um fiasco, sua principal realização foi acabar com o provão que estava vencendo as resistências e tornando-se um indicador de qualidade para as Universidades. Também se destacou na defesa dos privilégios absurdos das universidades públicas.

Recentemente saiu em defesa do gasto de meio milhão de reais para reforma do apartamento do reitor da UNB.

Agora resolve trair os milhares de brasileiros que tombaram na Guerra do Paraguai.

O mito

Nos anos 70, com o domínio cultural da esquerda na educação, os militares não davam muita bola para o que aconteciam nas escolas, e estão pagando por isso até hoje, surgiu uma versão da Guerra do Paraguai que perdura até hoje. Faz parte de todo um quadro que tenta pintar a América Latina como um pobre continente explorado até hoje pelos malvados imperialistas. A maior expressão deste pensamento é a obra de Eduardo Galeano chamada “As veias abertas da América Latina”.

Dentro deste quadro, a Guerra do Paraguai passou a ser pintada como uma guerra de extermínio. O Paraguai era uma espécie de oásis na América Latina, um país industrializado, sem analfabetismo, no padrão dos países europeus. O Brasil, instigado pela Inglaterra, promoveu juntamente com Argentina e Uruguai, uma campanha para acabar com aquele mal exemplo de independência no continente.

Foi um massacre contra os pobres paraguaios, com a morte de crianças e mulheres inclusive.

A verdade

Um trabalho muito sério e recente de Francisco Doratioto, que passou anos no Paraguai pesquisando as fontes primárias, mostra que não foi bem assim.

O Paraguai era sim o país mais independente das américas, mas devido a conjuntura e não a um desenvolvimento superior. Por não ter saída por mar e ser dependente de Buenos Aires para praticar comércio pelo Prata, o país voltou-se para dentro procurando ser auto-suficiente.

Este isolamento trouxe com ele a ditadura e o estatismo, o povo não vivia muito melhor que no resto das américas e ainda tinha que abrir mão de sua liberdade.

Mas não dá para viver isolado para o resto da vida e surgiu o sonho do Paraguai Maior. Os López, pai e filho, sonhavam com a saída para o mar e controle do estuário do Prata e começaram a organizar o exército e preparar-se para uma campanha militar.

Foi assim que as tropas paraguaias invadiram o Mato Grosso, a Argentina e o Rio Grande do Sul e o governo paraguaio declararou guerra ao Brasil e Argentina. Desta situação originou-se o Tratado da Tríplice Aliança, conseguindo romper com décadas de confrontos entre brasileiros e argentinos.

A campanha foi a mais sangrenta da América Latina. Milhares de brasileiros morreram nos campos de batalha e o custo foi altíssimo para a monarquia brasileira que viu o início de sua queda. Mas não havia outra alternativa, o país fora invadido.

Se a guerra foi até o final, cabe-se a dois motivos. O primeiro é inerente às ditaduras. Solano López levou seu país até as últimas conseqüências, resistindo quando sabia não ter mais condições de vencer. O segundo foi a recusa do ministério conservador de D Pedro II de aceitar a proposta de Caxias para encerrar a guerra com a conquista de Assunção. Queriam a cabeça de López.

O Brasil ocupou tudo o Paraguai. Fosse um país conquistador, poderia ter anexado o território. Retornou às fronteiras de antes da querra e reconheceu a independência do Uruguai e a soberania de seu povo. O Paraguai herdou uma dívida de guerra que nunca pagou e foi finalmente perdoada por Getúlio Vargas.

Na campanha eleitoral deste ano, mesmo nos momentos de maior ataque ao “imperialismo brasileiro”, nenhum candidato chegou a referir-se, mesmo de passagem, ao conflito. Eles sabem muito bem quem foi responsável pelo banho de sangue.

Que um jovem brasileiro tenha a versão propagada nas escolas é compreensível. Que um senador da república, ex-reitor de uma das maiores universidades do país, um intelectual, defenda esta versão é pura delinqüência. E o fato de ser um defensor público da educação torna o quadro ainda pior.

E uma traição à memória dos brasileiros que tombaram defendendo seu país.

Que vergonha senador!

Enfim, a Telezona

Por Janaína:

O acordo que permite aos sócios privados da Oi, a antiga Telemar, se tornarem donos da Brasil Telecom foi assinado há pouco no Rio de Janeiro. Nasce a BrOi, que eu chamo de Telezona, porque além de gigantesca, a nova empresa está sendo criada à revelia da lei.

O mais constrangedor é que a ilegalidade é, como sempre foi, abençoada pelo governo. A desculpa é a criação de uma supertele nacional. Mas não é preciso ser muito esperto para perceber que agradar grandes financiadores de campanha também pesou na balança do Planalto. (íntegra aqui)

Pois é, o liberalismo no Brasil deu um pé atrás. As leis foram rasgadas para permitir uma fusão de interesse do Palácio do Planalto e que ruma para a formação de monopólio do setor. O monopólio é o verdadeiro câncer do capitalismo e origem de seus principais males pois vai contra um pressuposto básico: a livre concorrêncio.

O pior é que tudo foi feito sob silêncio constrangedor da oposição pois um dos seus líderes foi extremamente beneficiado no negócio. Não fossem alguns blogs e a parte séria da imprensa nem ficaríamos sabendo.

No fim das contas, o Brasil retrocedeu mais um pouco.

Pendei na teoria de Celso Furtado que o subdesenvolvimento não é necessariamente um estágio prévio do desenvolvimento. Pelo pouco que li dele, pois ainda não li um livro seu, acreditava que não era certo que estávamos atrasados historicamente, que um dia chegaríamos ao ponto das nações mais desenvolvidas de hoje; podemos estar seguindo um caminho errado, nos afastando delas.

Este pensamento traz muitas reflexões e alertas. A privatização ocorrida no governo FHC foi um passo modernizante e necessário. Não foi mais além porque era o que se permitia fazer no momento e ao contrário do que se propagandeia por aí, o PSDB é um partido de esquerda. Adotou algumas receitas liberais porque era necessário. O caos econômico estava batendo à porta no fim do governo Collor. Os próprios tucanos têm vergonha de defender as medidas que tomaram, conforme foi visto na campanha de 2006.

Para os que perguntam até onde poderia ter ido as reformas de FHC pensem em Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica… Como é? Vender o país? Como se a nós pertencessem de fato estes monstros sagrados do estatismo…:

O patriotismo é o último refúgio do canalha.

Ah… na fusão da telezona tem o discurso nacionalista. Para isso vale sempre a frase de Edmund Burke

E a arrecadação continua subindo

Uol:

BRASÍLIA – A arrecadação total de impostos e contribuições federais e de contribuições previdenciárias alcançou R$ 161,741 bilhões no primeiro trimestre, em termos nominais. Com a correção pelo IPCA, o montante aumenta para R$ 162,581 bilhões, volume recorde para o período de acordo com os dados divulgados pela Super Receita.

O recolhimento total subiu 12,97% em termos reais, ou seja, também com correção pelo IPCA, frente ao mesmo período de 2007 (R$ 143,912 bilhões).

Pois é, mais uma vez demonstra-se que o fim da CPMF não foi o fim do mundo que se imaginava, muito pelo contrário. É preciso ficar atento, volta e meia aparece uma notícia dando conta de algum deputado da base aliada querendo propor a volta do monstro. Seria um desrespeito ao legislativo, a quem cabe representar o povo em uma democracia.

Era hora do Brasil arrancar e investir em infra-estrutura (não me falem em PAC, por favor!) e cortar impostos para estimular a atividade econômica. Infelizmente não é assim que o governo enxerga aumento de arrecadação. Na verdade é visto como um sinal verde para aumentar o gasto público e o ciclo vicioso prossegue. Uma das coisas que não combinam com esquerda no poder é redução de impostos, afinal, seu pudessem pegariam até a última gota da economia para o estado. Mas não se preocupem, em troca teríamos o paraíso na terra. Como a história bem nos mostrou.

Cota na TV por assinatura

Está em fase final de tramitação no Congresso Nacional a famigerada lei que inclui cotas na programação da TV por assinatura. Mais uma vez o estado está ser articulando para se meter onde não deve, no caso no contrato entre particulares.

Já não basta as TVs por assinatura terem que transmitir aquele conjunto de canais que praticamente ninguém vê (TV Brasil, Senado, Câmara, Judiciário), agora querem impor uma cota de programação nacional para cada canal de TV a cabo. É um absurdo. Na prática inviabiliza a retransmissão de canais de notícias internacionais (que não vão montar uma estrutura só para atender ao Brasil) e inviabiliza a própria TV por assinatura, pois os custos serão repassados para a já salgada conta do assinante.

Não se trata de uma proteção para a cultura nacional, que diga-se de passagem sou radicalmente contra, não a cultura, mas a proteção. Trata-se simplesmente de acabar com a TV por assinatura. Faz parte da estratégia de domínio cultural do Gramcismo que está na raiz do Partido dos Trabalhadores, é preciso monopolizar a cultura.

Novamente aqui se mostra a extensão do alerta de George Orwell em 1984. O controle da mídia era essencial pois era preciso que não houvesse padrão possível de comparação do governo com os passados e com outros países. Era preciso que se acreditasse que o governo totalitário de 1984 era o melhor possível.

Não há um só programa na TV por assinatura que faça oposição ao governo, embora os chapas brancas existam as pencas. O problema é que existem muitos que tratam de valores universais, o que é um problema para uma força que deseja substituir os valores de uma sociedade pelos seus próprios. É melhor uma televisão que ninguém assiste do que uma que pode levar o indivíduo a pensar.

O comunismo não morreu em 1989 como demonstrou Jean François Revel em A Grande Parada. Ele se transformou, assumiu outra face, esta muito mais perigosa. Ele se revela por esta escalada lenta em direção ao controle hegemônico do pensamento humano para depois se instalar como realidade política.

Estamos assistindo a cada dia a diminuição das instituições brasileiras. Não há uma única que esteja mais forte hoje do que em 2002, muito pelo contrário. Os sinais estão evidentes para quem “tem olhos para ver”. A atuação do governo petista na questão das comunicações é exemplar.

Primeiro tentou emplacar o conselho de Jornalismo para controlar jornalistas, fui uma passo muito longo, acabou recuando. Depois conseguiu criar a TV pública, agora quer acabar com a TV por assinatura. Age para fundir empresas de telecomunicações e formar monopólio no setor, tendo para isso que mudar as próprias leis do país. Será que ninguém enxerga o rumo que estamos tomando? Será que ninguém enxerga onde vamos parar?

Imprensa no caso Isabella

Estou acompanhando bem de longe o caso da menina Isabella. Existem coisas que me revoltam, e o assassinato de uma criança inocente é uma dessas.

Não comentei nada aqui até hoje porque se trata de um problema de ordem humana, do mal que habita o coração de algumas pessoas. Não há um componente social como foi visto no caso do menino morto ano passado; este sim, uma expressão da violência urbana e o descaso das autoridades brasileiras.

O que aconteceu com Isabella poderia ter acontecido, e acontece, em qualquer lugar do mundo. Sei que a televisão não noticia outra coisa, mas o fato é que o público quer acompanhar todos os detalhes e é melhor que se horrorize com o que está assistindo do que se mostre indiferente.

Chama-me a atenção, entretanto, o teor das críticas que estão sendo feitas à mídia pela cobertura, especialmente contra a Rede Globo. Acho injusto tentar acusar as emissoras de condenar o casal antecipadamente, o que está sendo mostrado é a posição das investigações. Quer dizer que o delegado encarregado diz que está convencido da culpa dos dois e a emissora não deve noticiar este fato? Deve esperar o que? O transitado e julgado? Isso é com a justiça, pelo menos até onde eu entendo.

A comoção popular e as coberturas mais intensas são uma realidade em todos os países do mundo, basta lembrar do seqüestro da menina inglesa ou do caso de O. J. Simpson. As emissoras mostram porque é interesse popular, quando deixar de sê-lo, irão parar. Querer colocar nelas a responsabilidade pelo que foi feio com a menina é absurdo.

O pior é que a Globo se deixou pautar e mostrou uma entrevista com o casal em que eles de defendiam da perseguição da imprensa. Não foi permitido nenhuma pergunta sobre as provas encontradas até agora, o que seria da maior relevância. Afinal, se são inocentes, devem ter uma explicação. Ou não?

Sou contra o sensacionalismo da imprensa, mas ao contrário de muitos, não responsabilizo a imprensa por isso. Responsabilizo quem assiste. Ao invés de atacar a cobertura da imprensa, os sociólogos de plantão deveriam estar estudando e tentando entender o que leva uma pessoa a querer assistir a esta tipo de cobertura.

Talvez começamos a ter alguma respostas e não apenas chutes a esmo.

Eric Voegelin

voegelin

Eric Voegelin foi um filósofo alemão, naturalizado americano, contemporâneo que tornou-se uma das principais vozes contra as ideologias, em particular o positivismo, o nazismo e o comunismo. Seu pensamento é fascinante e resultado de muita pesquisa e erudição. Durante a vida aprendeu, além do alemão, o francês, inglês, russo, grego, hebreu, chinês, latim e tantas quanto fossem necessários para poder lidar com as fontes no idioma original.

O livro Reflexões Autobiográficas é uma  excelente introdução para sua obra. Uma resenha pode ser encontrada aqui.

Alunos da UNB recebem importante lição

A Universidade deve ser um templo do saber, um lugar onde jovens, e alguns não tão jovens, dão os primeiros passos em uma profissão, em uma atividade intelectual. Os universitários da UNB receberam uma lição preciosa de sua Universidade, a que no Brasil vale a pena não cumprir a lei.

Havia ordem para desocupação, dada por um juiz competente. O que fez o ministério da educação e da justiça? Ignoraram. Entre um bando de desordeiro e o reitor de uma universidade, por pior que seja o cidadão, ficou do lado da turba.

O novo reitor aceitou TODAS as exigências dos rebeldes, e ainda se prontificou que ninguém responderá há medidas administrativas. Age como se o prédio invadido fosse de propriedade da reitoria, não é. Pertence ao estado brasileiro, pertence a todos que pagam a conta, elevadíssima, para formar este bando de vagabundos. Em suma, pertence a você e eu.

Acham normal jogar a polícia federal para cima de algumas centenas de agricultores que cometem o crime de plantar, em terras que habitam já há décadas. Mas acham um absurdo desalojar um bando de desocupados, travestidos de estudantes, de um prédio público.

O pior de tudo é o precedente. A autoridade em uma universidade, que entre outras coisas deveria ensinar o significado de autoridade, foi jogada no lixo. Fica cada vez mais difícil acreditar em uma saída para um país que ensina o anarquismo, o desrespeito às leis, o uso da força como primeiro argumento para a futura elite intelectualidade.

Conseguiremos uma proeza, formar futuros mestres ainda mais miseráveis do que temos hoje. E olha que não é fácil imaginar este quadro.

E a invasão continua…

Não deixa de ser engraçado.

Mesmo depois da renúncia do reitor, depois do reitor substituto, da diretoria, os “estudantes” resolveram manter a ocupação da reitoria da UNB. Gostaria de dizer bem feito para a instituição por sua aliança com o petismo, mas a instituição não pode ser culpada pelo que fazem seus dirigentes e professores. Tudo isso tem sua origem na pregação ideológica esquerdista que é ensinada na UNB.

Estou lendo Reflexões Autobiográficas de Eric Voegelin. Nunca tinha escutado falar de seu nome e é considerado um dos maiores filósofos do século XX. Por que? Porque foi um crítico duríssimo com as ideologias, desde que começaram. Não precisou ver o fracasso estampado para assumir sua atitude, fez desde o início, quando todos estavam fascinados por elas.

Pois hoje li uma parte muito interessante. Falava das universidades alemãs na década de 60, quando foi catedrático de Ciências Políticas em Munique:

O que podemos chamar de estratos superiores da universidade foi simplesmente dizimado, em parte por homicídio de fato, de modo que o tipo de professor que eu tivera em 1929 em Heidelberg simplesmente desapareceu sem deixar uma geração de discípulos. Todavia, os estratos inferior e médio da universidade sobreviveram vigorosos. São eles que dominam o clima geral das universidades alemãs, e esse clima é medíocre e limitado. (…) Quando afirmo que as perspectivas são duvidosas, quero dizer que de fato a atividade das universidades, especialmente nas humanidades e ciências sociais, foi amplamente destruída pela afamada democratização, e especialmente pela democracia participativa, o que na prática significa que ninguém mais pode fazer seu próprio trabalho em paz.

Sou um democrata, mas isso não significa que deva existir esta democracia participativa, o que para mim significa uma contradição. Os alunos procuram a universidade para buscar o conhecimento para suas vidas futuros. Estes conhecimentos vêem dos professores, que são estudiosos, doutores, das ciências que ensinam. Se o peso da opinião do professor deve ser o mesmo da do aluno, o que eles estão fazendo lá então? Aprendendo com quem sabe o mesmo que ele?

Uma universidade deve se basear na meritocracia. Os professores também são humanos, cometem erros, mas deve existir um caminho para a reparação que não implique em questionar sua autoridade e transforme universitários em piqueteiros. Se o caso não pode ser reparado sem o questionamento da autoridade do professor ele já não tem condições de lecionar na instituição.