Escolha de números

Uol:

Sobre os três meses de lei seca, a PRF registrou aumento no número de acidentes em comparação aos mesmos três meses do ano passado: foram 33.497 acidentes entre 20 de junho e 20 de setembro deste ano contra 30.835 acidentes em 2007. Entretanto, o número de mortos diminuiu no mesmo período: 1.697 mortos em 2008 e 1.808 mortes em 2007 (queda de 6,1%).

Comento:

Parece que estatística só vale quando é a favor da tese que se deseja defender. Não querem saber realmente o efeito de uma lei, querem justificativa para sua existência. Dois resultados opostos dividem a mesma estatística: o número de acidentes subiu, o número de mortos caiu.

Se a PRF pode usar o segundo para provar a eficiência da lei seca, forçando uma relação de causa e efeito que nenhum estatístico com vergonha na cara pode afirmar em tão pouco tempo, eu também posso usar o primeiro para dizer que os abstêmios dirigem pior que os apreciadores de álcool. Pode ser que esteja sendo comprovado na prática que os homens ao passar os volantes para as mulheres estão comprovando que dirigem melhor sob efeito da bebida do que elas sóbrias.

Estudei estatística nas minhas duas graduações e em duas pós-graduações, uma delas de mestrado. Tirar conclusões com dados tão primários é chute no escuro para não dizer falta de seriedade. Podem reparar as séries históricas ano a ano, o número de acidentes, com ou sem morte, variam de um ano para outro. Por que? Vai saber, o fato é que variam. A chance da pesquisa comprovar a tese era de 50%, foi como jogar um cara ou coroa. Só não foi tão bom quanto esperavam porque este detalhe do número de acidentes melou um pouco o jogo.

É preciso sempre ter cuidado com estatísticas. Uma das teses mais estúpidas que já saíram nos últimos tempos afirma que a prática do aborto é responsável pela diminuição da violência no futuro. É possível se montar correlações absurdas com os números, o difícil é achar realmente as relações de causa e efeito.

Aprovação de Lula

É claro que são muitos os fatores que explicam estes números que estão sendo apresentados pelos principais institutos de pesquisa, embora eu ache que há exagero neles.

Os números da macro-economia estão positivos. Crescemos pouco, é verdade, mas estamos crescendo. A comunicação do governo está sendo bastante eficiente pois está nas mãos de profissionais que realmente sabem o que estão fazendo.

Chamo atenção neste post para dois fatores em especial que favorecem a alta popularidade do presidente atual.

A Mídia

Há meses que os principais jornais do país estão enchendo suas páginas e telejornais com as inaugurações intermináveis que Lula vem fazendo. Uma hora está na Bahia, outra em Santa Catarina. A impressão é que o tal PAC realmente existe e está de vento em popa.

O que os jornais não dizem é que em muitos casos estão sendo inaugurados protocolos de intenção, promessas de verbas. Políticos que inauguram placas de obra não são novidade na vida nacional, mas que inaugurem expectativas de crédito juro que não tinha visto.

A imprensa não contesta o presidente. Não há um gráfico mostrando que a execução do orçamento é ridícula, que muitas destas obras não irão para frente, que já foram inauguradas mais de uma vez. O que se vê é a foto de Lula com as mãos cheias de petróleo como se houvesse descoberto o caminho para as Índias.

Não é novidade que as redações estão tomadas pelo pensamento de esquerda, mesmo que muitos nem possuam idéia desta submissão. A conquista do discurso cultural foi quase completa e até para criticar a esquerda é preciso usar os termos definidos pela esquerda.

Ao evitar fazer cobranças ao Presidente, a imprensa passa a imagem de que ele não deve ser cobrado. Pior, ainda o protege de si mesmo. Quando diz um bobagem, o que não é raro, esta bobagem é retratada como um ato falho ou um excentricidade, deferência que nunca foi estendida a outro Presidente. Estes tinham suas declarações levadas a pior interpretação possível quando não colocavam palavras em sua boca que nunca foram ditas. Um exemplo é o famoso “esqueçam o que escrevi” de FHC.

A oposição

A oposição tem um grande parcela de culpa ao se convencer que sairia perdendo em confrontar o presidente. É um processo político curioso onde não se pode enfrentar o adversário; pior que perder um debate é não debater por medo.

Assim a oposição acabou endossando todas as políticas eleitoreiras e demagógicas do governo Lula. Não se discute o bolsa família, briga-se por seu uso. O mapa eleitoral da vitória de Lula em 2006 não deixa dúvidas de que a distribuição de esmola governamental foi determinante para o resultado. Trata-se de uma política de perpetuação da pobreza e compra de votos a prestações, mas onde estão as vozes para a denúncia?

Este papel vergonhoso dos partidos de oposição traduziu-se para o brasileiro como a constatação que Lula é o melhor que podemos conseguir. Não é a toa que um dos principais líderes de oposição está em franca aliança com o petralhismo em torno de um candidato à prefeitura. Se até seus opositores desistiram, se é que tentaram de fato enfrentá-lo, é por que o cara deve ser mesmo tudo isso.

Como este quadro não deve ser alterado durante as eleições, pois ninguém quer se arriscar a parecer anti-Lula, seus índices devem aumentar ainda mais neste final de ano. Qual o limite? Ninguém sabe. A esperança continua sendo que em determinado momento caia a máscara e o brasileiro possa ver a real natureza de seu mito.

O medo é que o brasileiro já tenha visto esta natureza. E gostado do que viu.

Camisetas

Globo:

Jair Bolsonaro quase foi agredido ontem, por volta de 10h, no calçadão de Copacabana.

É que, em campanha pelo filho Carlos, candidato a vereador, usava uma camiseta com a foto do presidente Médici e a frase: “Eu era feliz e… sabia”. O deputado foi chamado de “torturador” por um grupo que até tentou arrancar sua camisa.

Comento:

Quantas camisetas são vendidas com a foto de Chê Guevara no país? Do Lenin? Do Fidel?

O primeiro matava quase por esporte. Era antes de tudo um psicopata que encontrava na ideologia apenas uma razão para exterminar seres humanos. A tortura era um de seus métodos. Qualquer barraca de camelô que venda camisas com estampas  terá uma com o rosto desta facínora, pode procurar.

O segundo montou a maior máquina de opressão que jã se teve notícias. Foi responsável por milhões de mortes e também pela instituição da tortura como instrumento legítimo do estado. Mais que isso, justifica esta utilização. O uso da violência era uma necessidade para purificação da sociedade.

O  terceiro está vivo até hoje. Seu regime torturou e matou proporcionalmente até mais do que o segundo. Se sua taxa de produção de assassinatos fossem adotadas no Brasil, como queriam (e querem) alguns, falaríamos de milhares de mortos e não de 480. Estes números são inflados pois são da própria comissão de mortos e desaparecidos e a maior parte foi em confronto armado.

O Presidente __ este faço questão de usar maiúscula __ Médici governou o país por 5 anos. Foi o melhor governo que já tivemos nos últimos, sei lá, quarenta anos. Vivíamos o tempo de pleno emprego. Uma vez perguntei ao pai de um amigo como era as perseguições que tanto falam, como era viver sob ameaça de tortura. Disse que não sabia pois estava trabalhando.

É uma resposta simples porém esclarecedora. Quem estava trabalhando e tocando sua vida nunca teve nenhum problema com o governo militar. Já os que pegaram em armas e praticaram terrorismo __ aqui cabe a palavra __ tiveram os seus. Justifico a tortura? Não. No entanto ela nunca foi institucionalizada, ao contrário, a lei proibia. Foi praticada em alguns porões, normalmente por policiais, como medida exceção.

O Presidente Médici não é este que a esquerda tenta vender ao país, o patrocinador da tortura. É o Presidente que quando entrava no Maracanã era aplaudido de pé pelas duas torcidas, como já presenciou um tio meu. O popular de hoje recebeu vaias e passou a fugir de estádios, prefere uma boa claque. É o Presidente que quando deixou o governo não ficara rico, nem ninguém da sua família. Não há milionários na família Médici ao contrário de alguns zeladores de jardim zoológico que se tornaram empresários da noite para o dia.

Estou dizendo que se Lenin, Che e Fidel podem ter camisas, Médici também pode? Jamais igualaria o Presidente brasileiro a estes três estrumes. Igualo eles a Hitler. Se não se pode usar uma camisa com o rosto deste por ser apologia ao nazismo, não deveria poder usar camisa daqueles, por apologia ao comunismo, regime que onde foi adotado levou morte e destruição. E nem falei em Mao!

Os que tentaram agredir o deputado devem ser desses que ostentam com orgulho camisas da União Soviética e são cúmplices, por ignorância ou por má fé, da verdadeira chaga do último século, o comunismo. No Blog Canto do Jota tem um post onde o autor se questiona ao ver uma camiseta com os dizeres CCCP (os mais antigos lembram desta sigla).

Quando vejo este tipo de inversão de valores entendo melhor por que estamos onde estamos. Fizemos por merecer ao renegar homens honrados para fazer apologia ao que existiu e existe de pior na humanidade. Nós fizemos nossa própria cama.

Eterna Revolução

Uma das idéias deste blog era acrescentar artigos sobre livros que influenciam este blogueiro em seu entendimento do mundo. Nem tudo aqui sai de “orelhada”, estou sempre em busca de saber um pouco mais. No momento, por exemplo, lamento não ter mais conhecimentos de economia para poder opinar com mais segurança sobre esta crise americana que ameaça se alastrar pelo mundo.

Estes artigos estariam em páginas separadas, podendo ser acessadas pelas abas no alto do blog. Até hoje havia apenas o resumo de A Rebelião das Massas de Ortega y Gasset, obra fundamental para conhecer o homem massa e seu potencial destrutivo. Agora a pouco coloquei mais um artigo, desta vez sobre um capítulo de Ortodoxia, de Chesterton. Trata de uma reflexão sobre o verdadeiro sentido de revolução e da opção pelo conservadorismo cristão como forma de obter a verdadeira revolução.

Pretendo melhorar o texto que está lá mas fica o registro central do capítulo que o pensador inglês chamou de A Eterna Revolução. Boa leitura!

A verdadeira eficiência da Polícia Federal

Folha:

Dois anos depois do escândalo que marcou a eleição presidencial, a investigação sobre o R$ 1,7 milhão apreendido com petistas em um hotel em São Paulo está parada. Ninguém foi acusado formalmente à Justiça e a possibilidade de se descobrir a origem do dinheiro é, a cada dia, mais remota.
“É uma investigação tormentosa, difícil. E, quanto mais o tempo passa, pior”, afirma em tom pessimista o procurador da República Mario Lúcio Avelar, que acompanha o caso desde a noite de 15 de setembro de 2006, quando a Polícia Federal prendeu dois petistas com uma pilha de reais e de dólares.

Comento:

Mas não foi a Polícia Federal que prendeu os petistas? Não, foi a ação de um delegado que o fez; inclusive foi afastado da investigação. Lembro que na época o Diretor Geral reclamou de não ter sido avisado da operação. Se fosse teria autorizado? Para prender Daniel Dantas a Rede Globo foi convocada mas foi necessário um vazamento do delegado para que víssemos a foto da bufunfa.

Sou contra a PF? Não. Apenas aponto o óbvio, a instituição precisa de uma limpeza geral. Há muitos petralhas em um órgão tão importante.

Novamente o factóide do CS da ONU

O governo brasileiro comemorou nesta semana uma resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas que fixou 28 de fevereiro de 2009 como data-limite para o início das negociações visando uma reforma do Conselho de Segurança da ONU. A decisão foi tomada por unanimidade pelos 192 países-membros na segunda e será tema do discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na abertura da 63ª reunião da Assembléia na próxima terça.

Comento:

Mais uma vez este delírio brasileiro em relação ao Conselho de Segurança da ONU. Qual foram mesmas as atuações brasileiras em favor da segurança mundial? Formou o grupo de amigos da Venezuela quando o candidato a ditador Hugo Chávez esteve a perigo no início do mandato do PT. Defendeu as FARC quando o governo colombiano dizimou a liderança de guerrilha. Deportou para Cuba dois pugilistas que desertaram durante o PAM. Orientou o Itamaraty a negar asilo para opositores de Morales na Bolívia. Deu asilo político a um terrorista que ainda atua em favor das FARC e contra o governo Uribe.

Na verdade torço para que um dia o Brasil seja aceito no conselho pois significaria a errelevância de um colegiado que só fez aumentar a insegurança do mundo ao abrigar 2 países comunistas (Rússia e China) e um cujo único propósito parece ser fazer birra com os Estados Unidos (França). Imagina o Brasil com direito a veto num foro internacional? Ficaria tudo parada enquanto o governo brasileiro monta uma comissão de estudos para decidir qualquer coisa.

O CS ao longo de sua estória foi absolutamente incapaz de impedir o genocídio comunista no terceiro mundo. Ao contrário, deu alguma legitimidade ao crime contra a humanidade que foi a descolonização da África e a infiltração marxista na América Latina.

Ao longo de décadas de existência o principal papel da ONU foi dar voz para ditaduras espalhadas ao longo do planeta. Em Tempos Modernos, Paul Jonhson escreveu:

O organismo das Nações Unidas foi fundado por 51 estados, em sua grande maioria democracias. Em 1975, contava com 144 membros, tendo a expectativa de aumentar para 165; todos, com excessão de 25, eram países totalitários ou de partido único, principalmente de esquerda. Os Estados Soviéticos, árabe-muçulmanos e africanos juntos constituíam a maioria operante. Estava assim fora de cogitação a possibilidade de qualquer posicionamento contra o terrorismo. Muito pelo contrário. Como observamos, Idi Amin, um terrorista autêntico, além de beneficiário do terrorismo, recebeu aplausos de pé, em 1975, quando defendeu o genocídio.

As pessoas colocam fé demais na ONU como solução para os problemas do mundo. Seria bom começar a pensar em quantos desses problemas tem sua origem justamente na ideologia por trás da criação da própria organização, um governo para os governos, governar.

Ditadura Militar?

19 de setembro de 2008

Por Paulo Martins, Gazeta do Paraná (*)

Está aí uma ditadura pior do que aquela que hoje insistem em apelidar de ‘ditadura militar’. Como nos dias de hoje, naquele período fui também um crítico. Não lembro de ter sido perseguido, como insistem em afirmar que era o hábito da época aqueles que, por falta de argumento para uma retórica razoável, apelam sem disfarces para o desvirtuado e corrosivo ‘ouvi dizer’.

Que ditadura era aquela que me permitia votar ? Que nunca me proibiu de tomar uma cervejinha num desses bares da vida após as vinte e três horas ? Ou num restaurante de beira de estrada ?

Que ditadura era aquela que (eu não fumo) nunca proibiu quem quer que seja de fumar ? Que ditadura era aquela que nunca usou cartão corporativo para as primeiras damas colocarem até botox no rosto ou para outros roubarem milhões de reais do povo brasileiro ?

Vi, sim, perseguições, porém contra elementos de alta periculosidade à época, como o eram os Zés Dirceus, Zé Genoino, Dilma Roussef – a Estela – Marco Aurélio Garcia, Diógenes, o assassino do Capitão Schandler, como os que colocaram bombas em lugares públicos, como aquela no aeroporto de Guararapes, cujo resultado foi a morte de gente inocente, ações de subversivos que desejavam implantar no Brasil um regime comunista, e para tal seguiam planos de formar nas selvas o que hoje, na Colômbia, chamam de FARCs.

Que ditadura era aquela que permitia que a oposição combatesse o governo, como ocorria com deputados como Ulisses Guimarães, apenas para se citar um nome?

Que ditadura era aquela que jamais sequer pensou em proibir a população de usar armas para se defender, como hoje criminosamente pretendem ?

Que ditadura era aquela que em nome da democracia, jamais admitiu invasão de propriedades e jamais sustentou bandidos com cestas básicas em acampamentos e jamais impediu a policia de agir, como a ditadura de hoje ?

Que ditadura engraçada aquela que chegou a criar até partido de oposição! Curiosa essa democracia de agora, em comparação ao que chamam de ‘ditadura militar’, ‘democracia que permite que ladrões do dinheiro público continuem ocupando cadeiras no parlamento e cargos no governo e tolera até mesmo um presidente alegar que ‘não sabia’, para fugir de sua responsabilidade para com a causa pública.

Que ditadura militar era aquela que jamais deu dinheiro de mão beijada para governantes comunistas, amigos de presidente, como ocorre com a ditadura de hoje e, contra a qual não nos permitem sequer contestação ?

Que ditadura era aquela que jamais proibiu a revelação das fuças de bandidos em foto e TV como ocorre na ‘democracia’ de hoje, numa gritante e vergonhosa proteção do meliante, agressor da sociedade ? Escuta telefônica, eis mais uma ação da ‘democracia’ de hoje e proibida à época ‘daquela ditadura militar’.

Ah…é verdade…Aquela ditadura proibia casamento de homem com homem, sexo explícito na TV alcançando crianças, proibia a pouca vergonha e não dava folga para corruptos que eram cassados quando prevaricavam, sem permitir que a sociedade fosse punida com a permanência no palco da corrupção dos delinqüentes, que hoje fazem CPIs para tapearam a sociedade e se escalam às mesmas como raposas cuidando do galinheiro.

Caetano Veloso está quieto em relação a essa ditadura que hoje aí está. Apostasia de ‘seu ideal’? À época lançou a música ‘É proibido proibir’. Hoje se cala. O que ajudou a promover, junto com Chico Buarque, Gilberto Gil e outros, está no poder. Que pelo menos altere o nome da música para os dias de hoje para: ‘É permitido proibir’. E que vá se catar.

Autonomia

Pelo que se apresenta na maioria dos jornais brasileiros a luta dos governadores a meia lua boliviana parece coisa de uns aloprados. Várias vezes foi possível ler de confronto entre os camponeses bolivianos com os governadores, como se 6 dúzia de governadores conseguissem parar uma multidão dessas. O recado da nossa mídia é que o povo boliviano está com Evo. Fosse assim a crise teria sido debelada em um instante, não?

O blog do Amorim mostra um vídeo sobre o tamanho do apoio que a automia, não confundir com separatismo, tem nos estados da meia lua.

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E no Brasil temos um povo amorfo que assiste sem se importar os desmandos do atual governo. Sindicatos, estudantes, organizações de classe, empresários; todos comprados com o dinheiro que pagamos de impostos.

Tem hora que da vontade realmente de desistir.

Procurador deu bola fora

BRASÍLIA. O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que cria uma central para contabilizar as escutas telefônicas autorizadas por juízes em todo o país. O principal defensor da resolução é o ministro Gilmar Mendes, presidente do STF e também do conselho. Na ação, o procurador-geral argumenta que o CNJ não tem poderes para regulamentar atividades judiciais.

Comento:

O CNJ não está regulamentando nada, está apenas tentando colocar um pouco de ordem na zona que se tornou as escutas telefônicas no país. Qual o problema do judiciário e da Polícia em trabalhar dentro das leis e de forma controlada?