Há um ano atrás estava em sala de aula ensinando engenharia em duas instituições de ensino superior na Colômbia.
Hoje estou trabalhando em um cargo de direção.
Constatação: sinto uma imensa falta da sala de aula!
Há um ano atrás estava em sala de aula ensinando engenharia em duas instituições de ensino superior na Colômbia.
Hoje estou trabalhando em um cargo de direção.
Constatação: sinto uma imensa falta da sala de aula!
Como dizia um grande homem de letras: estudar é uma boa maneira de aprender; melhor, porém, é escutar o mestre; e ainda melhor, ensinar.
São Francisco de Sales
Três observações:
Já pensou se alguém aproveitasse o formato da internet para ir escrevendo suas memórias em capítulos curtos?
É o que esse militar está fazendo no medium. Visitem!
É comum escutarmos que temos que viver nossa época, seguir os padrões da sociedade em que vivemos. O famoso zeitgeist que dizia Nietzsche. Mas devemos mesmo? Temos que viver o século?
Em seu pequeno livro de Conselhos para a Direção do Espírito, Alphonse Gratry diz que não. Ele entende que estamos sujeitos a dois movimentos, um providencial e regular referente as coisas eternas e perenes, que valem para todas as épocas, que nos conduzem para junto de Deus e outro caprichoso e perverso, é o que denomina século. Este segundo é o modismo, a tentativa de se firmar contrariando toda sabedoria acumulada pela humanidade.
Para ele “romper com o século não é romper com a humanidade, é unir-se à humanidade e, ao mesmo tempo, a Deus”. Chama atenção também para a necessidade de silêncio para se contrapor à algazarra do mundo.
E você, o que acha?
William Turner é um dos meus pintores favoritos. Suas pinturas sobre o mar, especialmente das tempestades, são absolutamente sublimes.

Nos últimos anos tivemos um alento ao ver corruptos ricos indo para a cadeia, sendo condenados em várias instâncias. Não é segredo para ninguém que a CF de 88 foi feita para impedir que isso aconteça. Como nem tudo é perfeito, ela deixou algumas poucas brechas, que foram exploradas pelo MP e um juiz corajoso o suficiente para enfrentar as raposas.
Pois o STF encontrou uma tecnicidade que não está escrito em lugar nenhum para anular tudo e voltar o país para a estaca zero.
É a revolta das elites. Quem somos nós para querer que fosse de outra forma? Não entendemos que o Brasil não foi feito para nós e sim para gente como boa parte dos ministros que estão na corte suprema.
O Brasil não tem solução.
Parece que até Deus largou mão e desistiu da gente.
Tenho arriscado algumas linhas no gênero crônicas. Para quem se interessar, segue o link.
Anotem o nome deste livro. Trata-se de um dos melhores livros de filosofia que já li na vida.
Não, o autor não é o piloto. É um economista que defendeu a superioridade das pequenas empresas e dos pequenos negócios. Mas o livro não tem nada a ver com economia.
Vai mais a fundo. Tratarei dele em breve.
Infelizmente não tem tradução em português.

Brasília é uma cidade peculiar. Existem direitos que são quase que exclusivos de seus moradores.
Um exemplo é o direito de estacionar.
Não tem vaga? O problema não é meu. É do estado. O direito a uma vaga de estacionamento é mais que constitucional, é direito natural ou divino (há os que dizem que é a mesma coisa).
Se o estado não me destinou uma vaga, estou automaticamente autorizado a estacionar onde eu bem entender. Em cima da calçada, em fila dupla, na grama, no meio do estacionamento, não importa, é meu direito.
Afinal, sou o dono de Brasília.
Em 1983, o Iron lançava seu quarto disco de estúdio, o bem sucedido Piece of Mind. O disco marcava também a estréia do baterista Nicko McBrain, que está na banda até hoje.
Uma novidade no disco foi a primeira incursão da banda no progressivo, com o mini-epico To Tame a Land, baseado em uma das narrativas do livro Duna. O caminho aberto levaria a músicas como Rime of the Ancient Mariner, Alexander the Great, Empire of the Clouds e outras.
Muitas bandas tentaram imitar essa fórmula, mas não chegaram perto de executá-la com a criatividade e competência do Maiden.
