
Em 2005, Ariel Sharon retirou todas as tropas israelenses da Faixa de Gaza e os assentamentos judeus. Era um esforço para progredir no esforço de paz, um esforço incondicional.
A faixa de Gaza experimentou então uma guerra civil entre palestinos que termiou com o poder nas mãos do Hamas, que defende o fim de Israel. Desde então, a Faixa de Gaza tornou-se uma plataforma de lançamentos de foguetes contra o estado israelenses.
Em um estranho raciocínio, Israel é o único país do mundo que não pode reagir a ataques de um país vizinho. A ONU consegue não repreender o massacre de 300 mil pessoas no Sudão, mas vê uma catástrofe nos 500 mortos palestinos. Por que será que as Nações Unidas estão sempre do lado de ditaduras e contra as democracias ocidentais?
Ah, mas os foguetes palestinos são arcáicos. Deve então Israel optar por esperar que tenham foguetes melhores, que causem mais baixas, para que possa reagir? Melhor ainda, o governo israelense deve colocar crianças na linha de tiro para ter alguns corpos para exibir na televisão em ganhar simpatia deste mundo sem valores que se tornou a cultura ocidental.
Qual a opção que Israel tem? Deixar de existir? Pedir proteção da ONU? Logo da ONU? Dialogar com Hamas? Como? Este defende publicamente que sua guerra é até o extermínio do estado israelense, até o último homem. Como dialogar? Pedir mediação da comunidade européia? Esta que está cada vez mais encantada com o radicalismo islâmico? Estados Unidos? Com Obama?
Israel só tem a si próprio para sobreviver.
O mundo lhe virou as costas quando ficou em silêncio quando este gráfico estava sendo construído.
“O Governo brasileiro deplora a incursão militar terrestre israelense na Faixa de Gaza, que tende a agravar ainda mais o conflito israelo-palestino.” Reiterando declarações anteriores em que conclama ambas as partes a se absterem de atos de violência, o Governo brasileiro apóia os esforços, inclusive no Conselho de Segurança da ONU, por um cessar-fogo imediato, de modo a permitir a pronta retomada do processo de paz.
antismo em torno de homens barbudos com explosivos amarrados na cintura. Atribuem ao islamismo extremado alguma idéia libertadora e redentora em torno dos pecados do ocidente. Não percebem que os pecados do ocidente estão intimamente ligados aos princípios que impulsionam a loucura de querer reformar a humanidade em torno de um ideal redentor, de impor ao homem como deve viver. O islamismo radical nada mais é do que mais uma forma de coletivismo, de submissão da individualidade.